sexta-feira, 12 de julho de 2013

Experiências com o amor

Passei por situações agradáveis com o amor em uma única semana, e o mais interessante é que foram situações que de alguma forma me marcaram.
Eu estava em um consultório médico esperando a minha vez para fazer um eletrocardiograma, como havia um lugar vago, sentei-me ao lado de uma senhora que aparentava ter cerca de 80 anos. 
Olhei para ela imaginando como seria minha velhice; se quando eu chegasse a essa idade teria também aquele olhar meigo e doce, e no ápice de meus pensamentos acerca do futuro, ouvi um senhor, também com os seus 80 anos, falar com ela.
O exame que ela havia feito havia sido entregue e estava tudo bem, mas como ela havia feito algum esforço, ele preocupou-se com o bem-estar de sua senhora e perguntou a ela se conseguia andar. Com todo o entusiasmo do mundo ela respondeu que estava bem, que conseguia andar. Ele, porém, insistia dizendo que se acaso ela não conseguisse andar, não teria qualquer problema: ele iria até a farmácia, compraria os remédios e voltaria para buscá-la. ela levantou-se como que para mostrar que estava bem e o acompanhou. ele sem ver modos de fazê-la parar, simplesmente amparou-a e andaram lado a lado.
antes de sair ela ainda olhou em volta, sorriu a todos, desejou boa tarde e nos abençoou.
E foram caminhando como eternos namorados.
O outro caso também foi em um consultório médico (parece que só aí esses amores são notados!!!). Eu acompanhava meu irmão em uma consulta e havia um casal de senhores por volta de 70 anos cada um.
A consulta que aguardavam era pra ela que estava em uma cadeira de rodas.
Quando foi chamada a entrar na sala, ele lhe lançou um dos sorrisos mais amorosos que já vi e disse "Vamos?", e ela lhe sorriu de volta e balançou a cabeça afirmativamente.
Não fiquei no consultório até a saída deles, mas isso não precisou para que eu pudesse notar o amor existente entre eles.
Essas duas cenas se firmaram em minha cabeça de tal forma que não pude me conter em escrever sobre elas, e eu comecei a acreditar um pouco mais que existe amor ainda. Um amor que mantem aquelas palavras ditas pelo padre/pastor na hora da união: "Fiel até a morte".

(Texto escrito em Julho de 2009 - Por Kelly Mel)
Um dia ouvi a seguinte pergunta:
- Por que ter amigos é tão bom?
Pensei bastante antes de responder. Não queria dizer besteira.
Disse assim:
- Porque quando todos vão embora, são os amigos que ficam; porque os amigos de verdade ficam mesmo quando vão embora. Porque mudamos e não precisamos mudar de amigos por isso. 
Os verdadeiros amigos nos fazem rir e ter brilho nos olhos, fazem-nos voltar a ser crianças, acreditam em nossos sonhos... enfim, ter amigos é ter na terra um pouco do céu.

(Texto escrito em Novembro de 2010 para um amigo em momento de despedida)

Por: Kelly Mel
Sobra mais que falta 
ou
 falta mais que sobra?

Falta amor.
Falta paciência.
Falta empatia.
Falta coragem.
Falta Deus.
Mas tem muita coisa que está por aí sobrando...
Sobram mentiras.
Sobra pressa.
Sobram hipocrisias.
Sobram religiões.
Sobram doutrinas.

Falta-nos entender que mais vale olhar para o outro com amor que ver nele só os defeitos.
Falta-nos compreender que exigimos demais dos outros e que quando estamos em uma posição acima, não se é necessário exigir: o exemplo basta.
Falta-nos entender que nossa conduta deve estar de acordo com o nosso discurso, ou vice-versa: isso chama-se coerência.
É preciso entender que Deus é muito mais do Amor, é também Justiça, Fogo Consumidor, Misericórdia. E que o relacionamento que cada um tem com Ele não deve estar embasado em experiências pessoais.
Talvez seja necessário compreendermos que a mudança que queremos no outro deve começar primeiro em nós.
Precisamos compreender que as nossas escolhas não nos tornam piores nem melhores do que o outro, talvez nos torne apenas mais corajosos, ou não...
Hoje é o dia que escolhi para pensar sobre como tenho sido diante de mim mesma, diante de minhas escolhas...
Talvez valha a pena você fazer isso também!

 (12/07/2012 - Por Kelly Mel)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Hoje será minha primeira postagem no blog, então quero começar com um texto de que gosto muito, não é de minha autoria (acho que vou ter que reaprender a escrever!!!), mas vale a pena a leitura.


O Paradoxo do Nosso Tempo


"O paradoxo de nosso tempo na história é que temos edifícios mais altos, mas pavios mais curtos; autoestradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos; gastamos mais, mas temos menos; nós compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores; mais conveniências, mas menos tempo; temos mais graus acadêmicos, mas menos senso; mais conhecimento e menos poder de julgamento; mais proficiência, porém mais problemas; mais medicina, mas menos saúde.
Dirigimos rápido demais, nos irritamos muito facilmente, ficamos acordados até tarde, acordamos cansados demais, raramente paramos para ler um livro, ficamos tempo demais diante da TV e raramente oramos.
Multiplicamos nossas posses, mas reduzimos nossos valores. 
Falamos demais, amamos raramente e odiamos com muita frequência.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar nosso vizinho.
Conquistamos o espaço sideral, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores. 
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
 Aprendemos a correr contra o tempo, mas não a esperar com paciência. Temos maiores rendimentos, mas menor padrão moral. 
Temos mais comida, mas menos apaziguamento.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na despensa. 
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. 
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua esposa e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."
Construímos mais computadores para armazenar mais informações para produzir mais cópias do que nunca, mas temos menos comunicação. 
Tivemos avanços na quantidade, mas não em qualidade.
Estes são tempos de refeições rápidas e digestão lenta; de homens altos e caráter baixo; lucros expressivos, mas relacionamentos rasos.
Estes são tempos em que se almeja paz mundial, mas perdura a guerra nos lares; temos mais lazer, mas menos diversão; maior variedade de tipos de comida, mas menos nutrição.
São dias de duas fontes de renda, mas de mais divórcios; de residências mais belas, mas lares quebrados. São dias de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moralidade também descartável, "ficadas" de uma só noite, corpos acima do peso, e pílulas que fazem de tudo: alegrar, aquietar, matar.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão por aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. 
Lembre-se de dizer eu te amo à sua esposa e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame... ame muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
O segredo da vida não é ter tudo que você quer, mas AMAR tudo que você tem!
Por isso, valorize o que você tem e as pessoas que estão ao seu lado."